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17 de abril de 2026
A influenciadora Sheyrlani Silva afirmou que uma congregação da Assembleia de Deus em Ipojuca (PE) não autorizou a realização do velório de seu primo, identificado como Juno, após sua morte em um acidente de moto na segunda-feira, 14. Segundo ela, o culto fúnebre foi realizado em uma igreja batista da cidade.
Sheyrlani relatou que a família foi informada sobre a mudança do local. “Fomos informados que o velório ocorreria na Igreja Batista. O meu primo e os meus tios não são membros da Igreja Batista. Eles são membros da Assembleia de Deus em Ipojuca”, afirmou.
De acordo com a influenciadora, a liderança da igreja justificou a decisão com base na situação disciplinar do familiar. “O pastor da igreja negou que o velório do meu primo acontecesse na congregação, alegando que o meu primo estava sendo disciplinado por ter sido divorciado”, declarou.
Ela afirmou ainda que o primo havia retornado à fé cristã. “Meu primo voltou para a igreja, se reconciliou com o Senhor e estava em disciplina. Essa foi a justificativa do pastor da igreja para que não ocorresse o culto fúnebre do meu primo na congregação”, disse.
Durante o relato, Sheyrlani criticou a decisão da igreja local. “Parece muito distante, parece muito horrível, parece muito fora do contexto do cristianismo, mas sim”, afirmou.
Ela também comparou a situação com a recepção recebida em outra denominação. “Neste momento, a igreja que usa calça, que usa brinco, não é? A igreja que não segue o rigor dos usos e costumes da igreja de Pernambuco é a igreja que está acolhendo a minha família e realizando o culto fúnebre”, declarou.
Apesar das críticas, Sheyrlani afirmou que não considera o caso como uma prática generalizada da denominação. “Eu preciso deixar claro que essa aqui não é uma prática da Assembleia de Deus no Brasil”, disse.
A influenciadora também questionou a condução da igreja na cidade. “Mas quando se trata de usos e costumes que estão acima do verdadeiro cristianismo, nós precisamos, sim, questionar que igreja é esta que está sendo conduzida na cidade de Ipojuca”, afirmou.
Ela mencionou ainda relatos de outras situações envolvendo membros da igreja. “Sabemos de viúvas que não recebem visita, sabemos de visitas de membros acamados, mas que só vai lá para buscar o dízimo”, declarou.
Em tom de apelo, Sheyrlani afirmou: “Peço apenas a Deus que seu coração realmente se converta à palavra do Senhor. Que o verdadeiro amor por almas volte a florar no seu coração”.
Por outro lado, ela agradeceu à igreja batista que acolheu a família. “Eu não tenho palavras para expressar a minha gratidão de toda a minha família pelo amor que tiveram com a minha casa, com os meus familiares”, disse.
Nas redes sociais, usuários também comentaram o caso. Um internauta afirmou: “Nós da Igreja Evangélica Batista em Ipojuca estamos em oração pela família e recebemos vocês, pois igreja é isso, é servir. Placa não salva ninguém, o que salva é confessar Jesus como único e suficiente Salvador”.
Outro comentário destacou: “Absurdo. Já havia comentado que achava um absurdo os pais dele serem membros da Assembleia e, ainda assim, não serem acolhidos pela igreja nesse momento tão difícil”.
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